| Foto: Erica Oliveira |
Ainda no antigo Egito, o cânone já fora
utilizado para o equilibro na representação da figura humana. A referência era
o comprimento do pé.
O cânone da cabeça que foi e é tão utilizado
deveu-se à Policleto, surgiu com este artista na Grécia no século V a. C. com a
referência de sete cabeças. Vitrúvio retomou este cânone e o modificou.
Leonardo da Vince, por sua vez retomou a teoria de Vitrúvio e a modificou,
representando-a com seu famoso desenho: “O Homem Vitruviano”, onde a medida da
altura do corpo corresponde a sete e meia cabeças.
O cânone de Cousin, que toma também a cabeça
como referência, é o mais utilizado atualmente. Neste, o comprimento da figura
humana é igual a oito vezes o comprimento da cabeça.
É fato que, o corpo humano não se apresenta rigorosamente
dentro de um padrão de medidas, muito menos nestes dos cânones, na diversidade
humana de fatores, como etnia, por exemplo. Porém, o cânone tem a importante
função de auxiliar o artista no equilíbrio da figura em sua simetria e
proporção.
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